Esta seção reúne os geradores de cadastro fake por tipo da Primeira Solução. A ideia é simples: em vez de um gerador genérico, cada ferramenta entrega exatamente os campos que aquele tipo de sistema espera — então o registro de teste já chega no formato certo para o seu cenário.
- Cliente fake: e-commerce e CRM — nome, CPF, endereço de entrega e dados de pagamento.
- Funcionário fake: RH e folha — CPF, RG, PIS, CTPS, cargo, setor, salário e data de admissão.
- Paciente fake: sistemas de saúde — CNS (Cartão SUS), tipo sanguíneo, convênio e data de nascimento.
- Aluno fake: sistemas escolares — matrícula/RA, curso ou série, turno e responsável.
- Fornecedor fake: compras e ERP — CNPJ, Inscrição Estadual, CNAE, contato e dados bancários.
Todos os documentos seguem as regras oficiais de dígito verificador (CPF, CNPJ, PIS, CNS), então passam em validações de formato, mas são fictícios: não pertencem a ninguém e não estão em nenhuma base oficial. O objetivo é popular ambientes de homologação, montar demonstrações e rodar testes de carga sem expor dados reais de pessoas, em conformidade com a LGPD. A maioria das ferramentas exporta o resultado em CSV ou JSON, prontos para importar no seu sistema. Usar esses dados para fraude ou para se passar por terceiros é crime.